QUANDO RENASCE A ESPERANÇA
O que fazer diante da trajédia?
me fiz essa pergunta ao ver uma cena muito chocante, onde no meio do nada
um ônibus, com pessoas comuns e tranqüilas, foi suepreendido por criminosos.
Meu Deus! Aqueles rostos carrancudos diate da trajédia que se mostra inevitável. A
única solução é não ter solução, trajédias acontecem. E em meio a trajédias, muitas vezes
sem nenhum tipo de anúncio ou aviso, o que nos resta são as lágrimas.
Essa cena me fez lembrar a esperança. Diante de fatos tão repletos de trajédia será
que surge algum pensamento de esperança?
Confesso ter chorado ao ver os pais do garoto João Hélio. De uma forma desconcertada, contando o que aconteceu ao seu filho. As lágrimas rolaram de meu rosto ao ver aquela m ão dizer: "eu queria ter super-poderes..."
Enquanto pessoas sonham e desejam o poder para subjulgar as outras, aquela mãe querai apenas um super-poder, o de salvar seu filhinho.
Eu também queria super-poderes, talvez para que pessoas assim deixassem de sofrer nas mãos de pessoas tão más como existentes nesse mundo.
Confesso que chorei, quando aquele pai disse: "naquele dia ele fez um gol, e eu comemorei com ele aquele momento..."
Enquanto pessoas largam seus filhos como se eles fossem sobreviventes independentes no mundo, enquanto muitos podem ver seus filhos jogando bola e não o fazem, um pai deseja participar com mais intenssidade da última grande alegria de seu filho. Depois disso veio a morte.
É assim quando a morte chega, sem avisar, como se fosse a dona do pedaço; sem satisfações para dar, apenas morte.
Mam a morte não é o fim, Cristo é fim último para qual vivemos e somos sustentados. É ele que promete ser a nossa esperança, é ele que promete que essa esperança não terá fim.
Que em meio a todas essas trajédias, possamos pedir para que Deus torne vivo na nossa memória, não as maldades humanas, não as trajédias, não a miséria humana, mas sim, torne viva na nossa memória, mesmo diante da trajédia, aquilo que nos traz esperança.
me fiz essa pergunta ao ver uma cena muito chocante, onde no meio do nada
um ônibus, com pessoas comuns e tranqüilas, foi suepreendido por criminosos.
Meu Deus! Aqueles rostos carrancudos diate da trajédia que se mostra inevitável. A
única solução é não ter solução, trajédias acontecem. E em meio a trajédias, muitas vezes
sem nenhum tipo de anúncio ou aviso, o que nos resta são as lágrimas.
Essa cena me fez lembrar a esperança. Diante de fatos tão repletos de trajédia será
que surge algum pensamento de esperança?
Confesso ter chorado ao ver os pais do garoto João Hélio. De uma forma desconcertada, contando o que aconteceu ao seu filho. As lágrimas rolaram de meu rosto ao ver aquela m ão dizer: "eu queria ter super-poderes..."
Enquanto pessoas sonham e desejam o poder para subjulgar as outras, aquela mãe querai apenas um super-poder, o de salvar seu filhinho.
Eu também queria super-poderes, talvez para que pessoas assim deixassem de sofrer nas mãos de pessoas tão más como existentes nesse mundo.
Confesso que chorei, quando aquele pai disse: "naquele dia ele fez um gol, e eu comemorei com ele aquele momento..."
Enquanto pessoas largam seus filhos como se eles fossem sobreviventes independentes no mundo, enquanto muitos podem ver seus filhos jogando bola e não o fazem, um pai deseja participar com mais intenssidade da última grande alegria de seu filho. Depois disso veio a morte.
É assim quando a morte chega, sem avisar, como se fosse a dona do pedaço; sem satisfações para dar, apenas morte.
Mam a morte não é o fim, Cristo é fim último para qual vivemos e somos sustentados. É ele que promete ser a nossa esperança, é ele que promete que essa esperança não terá fim.
Que em meio a todas essas trajédias, possamos pedir para que Deus torne vivo na nossa memória, não as maldades humanas, não as trajédias, não a miséria humana, mas sim, torne viva na nossa memória, mesmo diante da trajédia, aquilo que nos traz esperança.
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