A MIM MESMO
Escrever para mim é uma catarse, não sei falar, não sei pedir; só sei escrever. O papel é um amigo incondicional, nos ajuda, nos julga e as vezes nos condena. Para as letras não importam o quanto sofremos, nem mesmo o quanto feliz estamos, palavras são palavras, mas para mim, elas são a voz da minha alma.
Lembrar para esquecer, lembrar para esquecer e viver, não sei ao certo onde me encaixo em todos os paradigmas da vida, digamos que seja uma alma em buscas de alívio, uma alma em busca de compreensão e aceitação. Mas isso não depende dos outros, depende da própria alma, não ser aceito pelos outros não é ser compreendido pelos outros, é por si mesmo.
Em todos os pedidos de perdão que fazemos na vida, as vezes nos esquecemos de os pedir a nós mesmos. Acho que hoje preciso de perdão, mas não dos outros, de mim mesmo. Ainda não sei ao certo do que devo ser perdoado, mas o alívio seria bem vindo a essa alma surrada de tanta dor.
Lembrar para esquecer, lembrar para esquecer e viver, não sei ao certo onde me encaixo em todos os paradigmas da vida, digamos que seja uma alma em buscas de alívio, uma alma em busca de compreensão e aceitação. Mas isso não depende dos outros, depende da própria alma, não ser aceito pelos outros não é ser compreendido pelos outros, é por si mesmo.
Em todos os pedidos de perdão que fazemos na vida, as vezes nos esquecemos de os pedir a nós mesmos. Acho que hoje preciso de perdão, mas não dos outros, de mim mesmo. Ainda não sei ao certo do que devo ser perdoado, mas o alívio seria bem vindo a essa alma surrada de tanta dor.
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