HOJE

As vezes simplesmente é assim, uma dor sem explicação que silencia a alma. 
Hora de recolher as asas.
No apagar das luzes, quando a euforia da lugar à calmaria.


Quando com olhos abertos e bem abertos nada vemos além das lembranças, 
quando nos damos conta do quanto não somos o que éramos 
E por fim, nos dissolvemos numa esperança que fecha os olhos na expectativa de que amanhã algo seja diferente.

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